Evidências para a cura de câncer com óleos essenciais

Há quase dois anos eu ando acompanhando o uso de óleos essenciais e busco testemunhas dos seus efeitos terapêuticos. Já ouvi relatos surpreendentes, como o de uma menina argentina, que por acaso, ao sentir o cheirinho do óleo de lavanda que sempre carrego na bolsa, me contou a própria história de cura do déficit motor em consequência de um AVC hemorrágico por aneurisma roto, com o uso de óleos essenciais no oriente.
Agora, esse artigo, com referências de literatura científica médica, que cita efeitos dos óleos essenciais no tratamento de câncer.

Há muito o que estudar sobre terapias que curam. Para os médicos, há muito medo em se falar de cura. Eu mesma, tinha medo de falar em cura, principalmente pela mercantilização da medicina e o fato de poder ser mal interpretada. Contudo, não se deve calar diante da possibilidade de cura. Repito, possibilidade, nunca garantia. Pois as pessoas sofrem e o tratamento convencional é, em muitos casos, ineficaz e dispendioso para os cofres públicos e planos de saúde.

Felizmente, não infrinjo o meu código de ética quando, nos casos em que o tratamento convencional é ineficaz em reestabelecer a saúde, a dizer, a maioria dos casos, já que as doenças são crônicas, a declaração de Helsinque, a qual o Brasil também assinou, me dá autonomia para propor qualquer tratamento que, dentro do meu julgamento e coerência, seja capaz de oferecer esperança ao alívio do sofrimento daqueles que padecem.
18ª Assembléia Médica Mundial Helsinque, Finlândia, junho do 1964

C. 32 ” No tratamento de um paciente, quando métodos profiláticos, diagnósticos e terapêuticos comprovados não existirem ou forem ineficazes, o médico com o consentimento informado do paciente, deverá ser livre para utilizar medidas profiláticas, diagnósticas e terapêuticas não comprovadas ou inovadoras, se, em seu julgamento, estas oferecerem a esperança de salvar a vida, restabelecer a saúde e aliviar o sofrimento. Quando possível, essas medidas devem ser objeto de pesquisa, programada para avaliar sua segurança ou eficácia. Em todos os casos, as novas informações devem ser registradas e, quando apropriado, publicadas. As outras diretrizes relevantes desta Declaração devem ser seguidas.”